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Arquitetura de segurança · Análise

Depois de Caracas: a hipótese Brasil

A captura de um presidente sul-americano por forças especiais americanas encerrou uma era. Sete meses depois, com a Venezuela sob tutela, tarifas punitivas sobre o Brasil e facções brasileiras na mesma lista legal que autorizou a operação de janeiro, a pergunta que ninguém fazia em voz alta entrou no vocabulário público. Este especial separa o que existe do que se teme, e desenha os cenários.

Por COMPASSO11 de agosto de 202617 min de leituraTabuleiro: Arquitetura de segurança

Leituras

  1. A escada que levou à Venezuela tinha degraus conhecidos: acusação de narcoterrorismo, designações legais, pressão econômica, força. No caso brasileiro, os primeiros degraus já estão construídos, e a ameaça do degrau final já circula: um deputado americano publicou nesta semana a imagem de Lula capturado como Maduro, com a legenda "o que te espera". Do Executivo americano, nada nesse sentido existe. Mas a ameaça não precisa ser executada para funcionar: ela já é, em si, um instrumento em operação.
  2. A assimetria militar é de quarenta para um, e os próprios comandantes brasileiros admitiram ao governo que o país não tem defesa aérea capaz de deter uma incursão como a de Caracas. Mas a assimetria econômica corre no sentido oposto: os Estados Unidos têm com o Brasil um dos seus raros superávits, de 41,8 bilhões de dólares. Punir um cliente é um negócio ruim, e essa conta também dissuade.
  3. A variável decisiva não está em Washington. Está em como o Brasil processa a pressão: como custo de negócio, com cada setor negociando a sua exceção, ou como ameaça externa que reorganiza prioridades. A história brasileira conhece os dois caminhos, e a eleição de outubro vai escolher entre eles.
A sombra de uma proa de navio de guerra sobre um litoral: a hipótese Brasil

O fato novo tem data: 3 de janeiro

Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, cerca de 150 aeronaves americanas atacaram as defesas antiaéreas de Caracas durante meia hora. Forças especiais desembarcaram em Fort Tiuna e capturaram Nicolás Maduro, presidente em exercício de um país sul-americano, levado primeiro a um navio de assalto anfíbio e depois a uma cela em Nova York, onde responde por narcoterrorismo. Morreram entre 23 e 47 militares venezuelanos e 32 cubanos, segundo as contagens disponíveis. A operação durou uma noite. As consequências estão apenas começando.

O que veio depois importa tanto quanto a captura. Uma presidente interina empossada dois dias depois; a embaixada americana reaberta; uma lei de privatização do petróleo aprovada em janeiro; cerca de dois mil militares americanos posicionados em torno da Venezuela e novecentos dentro do território, operando inclusive o aeroporto de Caracas. Desde a semana passada, funciona na capital uma mesa de "transição democrática" entre o governo interino e parte da oposição, convocada, desenhada e garantida por Washington, dentro de um plano de três fases anunciado pelo Departamento de Estado, com horizonte até dezembro. No Conselho de Segurança da ONU, Rússia e China falaram em "volta à era da dominação pela força"; até aliados dos Estados Unidos criticaram. A imprensa americana descreve, sem eufemismo, um protetorado.

Para a América Latina, o 3 de janeiro não foi um episódio venezuelano. Foi a demonstração de que uma categoria que a região julgava aposentada, a mudança de regime por força militar direta, voltou ao repertório ativo da potência hemisférica. O precedente anterior era o Panamá, em 1989. Entre um e outro, passaram-se 37 anos em que a determinação externa sobre a região operou por outros meios: dívida, condicionalidade, comércio, sanção. O que Caracas reabriu foi a forma literal.

A doutrina que nunca foi embora

Há dois séculos, a política americana para o hemisfério repousa numa premissa que atravessa governos de todos os matizes: a de que a América Latina é esfera própria. A doutrina mudou de nome e de instrumento muitas vezes. No século XIX, foi anexação e canhoneira; na primeira metade do XX, ocupações e fuzileiros no Caribe; na Guerra Fria, golpes assistidos e doutrinas de segurança nacional ensinadas a militares locais; no interlúdio neoliberal, a forma tornou-se econômica, e a determinação passou a chegar por organismos multilaterais, agências de classificação e tratados assimétricos, com a vantagem de dispensar soldados.

A nosso ver, o que 2026 expõe é a reconversão dessas formas, não a invenção de uma nova. Quando a hegemonia se sente segura, a determinação externa se traveste de técnica: é "ajuste", "abertura", "boas práticas". Quando a hegemonia se sente disputada, e a disputa com a China é hoje o organizador de toda a política externa americana, a determinação readquire a forma original: tarifa como punição, lista como arma, força como opção declarável. A guerra às drogas cumpre nesse desenho a função que o anticomunismo cumpriu no século passado: fornece a categoria jurídica e moral que converte um problema de polícia em causa de guerra. Foi por essa porta que a Venezuela entrou: a acusação de narcoterrorismo contra Maduro é de 2020; os ataques a embarcações no Caribe, que somam 66 e 221 mortos desde setembro, vieram depois; a captura, por último. A escada existia antes do primeiro degrau ser pisado.

E a doutrina deixou de precisar de intérpretes. No mesmo dia em que este especial foi publicado, o Departamento de Estado divulgou um vídeo institucional de cinco minutos e meio, narrado pelo embaixador americano no Panamá, reconstituindo a história do hemisfério desde 1823, celebrando as intervenções do século XX sob o lema "A América para os americanos" e encerrando com a promessa de que o domínio dos Estados Unidos sobre as Américas "nunca mais será questionado". Não é um vazamento nem uma fala de ocasião: é a autodescrição oficial da política hemisférica, em peça de propaganda assinada pela diplomacia. O que analistas chamavam de retorno da doutrina, a própria doutrina agora chama pelo nome.

E a palavra escolhida pede leitura lenta: domínio. Potências costumam falar em influência, liderança, parceria; são vocábulos que, ao menos na forma, reconhecem a existência de vontades alheias. Domínio é de outra ordem: nega na origem a autonomia de quem é dominado. É a gramática que a Rússia de Putin aplica à Ucrânia, tratada não como vizinho com interesses próprios, mas como espaço cuja soberania é concessão revogável do mais forte. Ao inscrever essa palavra numa peça oficial sobre as Américas, o governo americano deslocou a pergunta do hemisfério: já não se discute se a doutrina voltou, e sim quanto Washington pretende avançar da retórica ao ato. Medir essa distância, dia a dia, é exatamente o trabalho a que este acompanhamento se propõe.

O que existe sobre o Brasil, e o que não existe

É aqui que a análise precisa de disciplina, porque o assunto convida ao pânico e o pânico é mau analista. Separemos as pilhas.

O que existe, documentado, e convém começar pelo alicerce: desde 30 de julho de 2025 vigora uma declaração formal de emergência nacional americana a respeito do Brasil, prorrogada por mais um ano no fim de julho e agora válida até pelo menos julho de 2027. O documento não fala de comércio: afirma que decisões do Supremo Tribunal Federal sobre remoção de conteúdo e prisões por manifestação constituem "censura" e representam ameaça "incomum e extraordinária" à segurança nacional, à política externa e à economia dos Estados Unidos. É esse instrumento que, na legislação americana, destrava poderes excepcionais do Executivo; foi sob ele que veio a rodada tarifária de 2025, derrubada pela Suprema Corte em fevereiro. Mantê-lo vigente é manter a caixa de ferramentas aberta. Sobre esse alicerce se erguem os degraus: uma tarifa adicional de 25% sobre parte da pauta brasileira, em vigor desde 22 de julho, construída sobre a Seção 301 depois que a Suprema Corte americana derrubou, em fevereiro, a rodada tarifária anterior; a designação do Comando Vermelho e do PCC como organizações terroristas estrangeiras, desde junho, a mesma moldura legal aplicada à Venezuela, e solicitada pessoalmente a Trump, na Casa Branca, por um candidato brasileiro à Presidência; o episódio das sanções a um ministro do Supremo Tribunal Federal, impostas em 2025 e retiradas em dezembro numa distensão que durou pouco; a revogação do visto da embaixadora brasileira em Washington, na semana passada, em meio a uma guerra de vistos que Brasília associa a tentativas de interferência na eleição; e a exigência pública, reiterada desde 2025, de que o processo contra o ex-presidente condenado fosse encerrado. Some-se, desde hoje, o vídeo oficial do Departamento de Estado prometendo que o domínio sobre as Américas "nunca mais será questionado". Existe também o contexto militar regional: acordo de forças com o Paraguai, negociação de presença americana numa base no extremo sul argentino, uma coalizão hemisférica "contra os cartéis" da qual Brasil, México e Colômbia ficaram de fora.

O que não existe, e esta frase precisa ser lida com precisão: nenhuma autoridade do Executivo americano, nem a Casa Branca, nem o Pentágono, nem o Departamento de Estado, cogitou em registro público ação militar contra o Brasil. No Congresso, porém, a fronteira já foi cruzada como linguagem: na segunda-feira, um deputado republicano da Flórida publicou uma montagem do presidente brasileiro capturado como Maduro, com a legenda "o que te espera", repostada em minutos por um ex-deputado brasileiro em campanha pela família do candidato de oposição. Não é um plano; é uma imagem. Mas imagens, nesse repertório, não são decoração: são o próprio instrumento.

A escada e seus degraus

Postos em ordem, os movimentos americanos sobre o Brasil formam uma escada de coerção com três lances. O primeiro é econômico: a tarifa, aplicada contra um país com o qual os Estados Unidos têm superávit, o que a denuncia como punição política, não como correção comercial; o alvo declarado inclui até o Pix, o sistema público de pagamentos, tratado como "prática desleal". O segundo é jurídico: a designação terrorista das facções, que não é retórica; é infraestrutura legal. Ela autoriza sanções secundárias contra quem "apoiar" as organizações, cria jurisdição extraterritorial e, no limite testado na Venezuela e no Equador, já serviu de base para ação militar em território alheio. O terceiro é político: a pressão explícita sobre o sistema de Justiça e sobre o calendário eleitoral, com Washington negando interferência e Brasília tratando-a como fato em curso.

Vale medir o que significa nomear o Judiciário de um país soberano como ameaça à segurança nacional de outro. Emergências nacionais americanas costumam ser declaradas contra guerras, epidemias, redes de proliferação nuclear ou regimes sob embargo. Aplicá-la a decisões de uma corte constitucional de uma democracia com a qual se mantém superávit comercial desloca a categoria: o que está declarado como perigo não é um ato hostil, é o funcionamento de uma instituição interna. Aí está, em linguagem jurídica, a mesma premissa que o vídeo oficial expressa em linguagem de propaganda: a de que a autonomia institucional dos países do hemisfério é matéria sobre a qual Washington reserva a si a palavra final.

O que a escada não tem, e a diferença é estrutural, é o que a Venezuela tinha: um governo já cercado por uma década de sanções, isolado da maioria dos vizinhos, com as Forças Armadas infiltradas e uma economia em colapso. O Brasil chega a esse tabuleiro como a décima economia do mundo, credor de relações comerciais que os Estados Unidos lucram em manter, membro fundador do bloco que Washington mais teme consolidar, e às vésperas de uma eleição cuja interferência externa já produziu, segundo a leitura da própria imprensa americana, o efeito contrário ao pretendido. Coagir o Brasil é caro. É essa conta, mais que qualquer princípio, que separa os cenários.

A ameaça que funciona sem ser executada

Aqui está o ponto que o debate brasileiro insiste em errar, para os dois lados. Quem diz que a ameaça de intervenção "não existe" confunde ameaça com plano de invasão; quem diz que a invasão "vem aí" confunde instrumento com desfecho. A leitura correta é a terceira: a ameaça existe, é real e já está em operação, e a sua função presente não é preparar o desembarque, é produzir efeitos sem ele. Ela encarece o risco-país, disciplina investidores, pauta a imprensa, dá pauta e energia a uma das partes da disputa interna, e instala na população a pergunta que corrói qualquer governo: ele consegue nos proteger?

Também isso a região conhece de longa data. Na Guatemala dos anos 1950, no Brasil de 1964, no Chile dos anos 1970, a força externa direta foi a exceção; a regra foi a combinação de estrangulamento econômico, guerra psicológica e agitação interna, que preparou soluções de força executadas, no mais das vezes, por mãos locais. A montagem publicada pelo deputado da Flórida pertence a essa tradição, não à tradição dos planos de guerra: o porta-aviões que ela dispensa é exatamente a sua utilidade.

O que o caso brasileiro tem de singular, e de mais grave, é o circuito. Na Venezuela, a ameaça veio de fora, contra um governo isolado. No Brasil, ela é convocada por dentro: foi um candidato brasileiro quem pediu, na Casa Branca, a designação terrorista das facções; são atores brasileiros que amplificam a imagem da captura; é na disputa eleitoral interna que a ameaça externa é descontada como trunfo. A intervenção, portanto, não está fora do rol de políticas americanas para o Brasil; está nele, na prateleira dos instrumentos de coerção, com o seu uso pleno ainda travado pelo custo, e o seu uso simbólico já em curso diário. O custo pode mudar; prateleiras existem para isso.

A assimetria e o espelho

A conta militar, tomada isoladamente, é brutal: um trilhão de dólares contra vinte e poucos bilhões, quarenta para um. Depois de janeiro, os comandantes brasileiros disseram ao presidente o que os números já diziam: o país não tem defesa aérea capaz de deter uma incursão como a de Caracas. O submarino de propulsão nuclear, peça central da dissuasão planejada há décadas, foi reprogramado para 2038. A resposta institucional foi um plano de reequipamento de 800 bilhões de reais em quinze anos apresentado pela Defesa, e dez mil militares na fronteira de Roraima, mais mensagem política do que barreira militar.

Mas reduzir dissuasão a hardware é repetir o erro da economia que esqueceu a política. A dissuasão real do Brasil é composta. É econômica: os 41,8 bilhões de superávit que Washington perderia, o café, a carne e as aeronaves que atravessam essa fronteira comercial, o empurrão que cada rodada de coerção dá no Brasil em direção à China, hoje seu maior parceiro. É geopolítica: uma ação militar contra o maior país da América do Sul dissolveria o que resta de cooperação hemisférica e daria ao bloco dos emergentes a causa unificadora que lhe falta, num mundo em que aliados dos próprios Estados Unidos já produzem a própria segurança. E é interna, no sentido que menos se discute: depende de o país processar a ameaça como ameaça. Um território só é caro de coagir quando quem o habita decide que será.

Os cenários

Nenhum exercício de cenários é profecia; é um mapa de sinais. Quatro trajetórias organizam o campo do possível, e elas não são mutuamente excludentes: a primeira é o piso já instalado, a última já começou.

Coerção contínua, sem escalada de forma. O cenário mais provável até outubro: a tarifa mantida ou ampliada, novas designações e listas, guerra de vistos, pressão diplomática constante, tudo calibrado para não produzir a foto de uma agressão aberta. Sinais a observar: novas rodadas da Seção 301, inclusão de outros nomes em listas de sanções, linguagem do Tesouro sobre instituições brasileiras.

Intervenção política aberta no ciclo eleitoral. A escalada dentro da forma econômico-jurídica: reimposição de sanções a ministros do Supremo, medidas contra autoridades eleitorais, endosso explícito a um lado, contestação preventiva do resultado, e a ameaça militar usada como trilha sonora permanente, sem execução, para agitar a rua e erodir o governo. Sinais: o vocabulário de "fraude" entrando em declarações oficiais americanas, sanções anunciadas em datas próximas ao calendário, mais imagens e falas do Congresso americano normalizando a hipótese da captura. É o cenário com maior probabilidade de acidente, porque encontra dentro do país quem o convoque, e porque ameaças repetidas criam o público que as espera.

Ação militar limitada sob bandeira antidrogas. Não uma invasão, para a qual não há indício, plano público ou racionalidade de custo, mas o modelo já operado no Caribe e no Pacífico: ataques a embarcações ou alvos pontuais associados às facções listadas, possivelmente fora do território brasileiro, no limite dentro dele, como ocorreu no Equador. Probabilidade baixa hoje; custo altíssimo; impacto transformador. Sinais: operações americanas se estendendo ao Atlântico Sul, o Comando Sul descrevendo as facções brasileiras como "ameaça hemisférica", incidentes na fronteira norte. Aqui vale registrar o dado que desmente a iminência: os 66 ataques até agora não tocaram águas brasileiras, e existe, formalmente vivo, um acordo de cooperação antidrogas entre os dois países assinado em abril.

A resposta que reorganiza. O cenário em que a variável muda de lado: a pressão externa é processada como ameaça à nação, não como custo setorial, e reorganiza prioridades que meio século de paz de vizinhança havia adormecido. Os sinais deste cenário já existem: o plano de reequipamento na mesa, a soberania como eixo declarado de campanha, a promessa de blindar as terras raras e os minerais críticos "de China, Estados Unidos e França", a leitura de que sem defesa "um dia alguém nos invade" saindo da margem para o centro do discurso oficial. O que ainda não existe é o teste: orçamento aprovado atravessando governos, indústria de defesa tratada como política de desenvolvimento, e uma coalizão regional que transforme o susto de Caracas em arranjo permanente. A história brasileira registra um precedente de conversão de choque externo em projeto nacional, e registra muitos mais de acomodação.

Onde o Brasil está nesse lance

O que decide entre os cenários não é a intenção de Washington, que seguirá oscilando conforme a sua própria disputa interna e o seu confronto maior com a China. É a resposta brasileira. A pressão externa encontra sempre duas identidades disponíveis no país: a que processa a determinação vinda de fora como dado da natureza, e negocia, fração por fração, o preço da própria acomodação; e a que a processa como ameaça ao conjunto, e responde reorganizando o que o país produz, protege e projeta. As duas estão na praça pública neste momento, e a eleição de outubro é, entre tantas outras coisas, um plebiscito silencioso entre elas. A Venezuela mostrou o que acontece com quem chega a esse teste isolado, cercado e quebrado. O Brasil não é a Venezuela, por tamanho, por economia e por alianças. Mas a distância entre não ser e não poder ser tratado como tal não está garantida em nenhum tratado. Está, como sempre esteve, na decisão de se defender antes que a defesa seja necessária. No jogo do excedente, a soberania é o direito de sentar à mesa; e ninguém assiste de fora.

Fontes

Departamento de Estado, 06/08 (mesa de Caracas) · Departamento de Estado, 28/05 (designação FTO) · USTR (Seção 301, tarifa de 25%) · Federal Register, 29/07 (prorrogação da emergência nacional) · Agência Brasil (a rejeição do Itamaraty) · Conselho de Segurança da ONU, 05/01 · White & Case (Suprema Corte, 20/02) · CFR (a captura) · CSIS (66 ataques, dados) · CNN Brasil, 10/08 (a montagem do deputado) · Correio Braziliense, 11/08 (o vídeo do Departamento de Estado) · BNews, 11/08 (o vídeo na íntegra) · France 24, 27/05 (o pedido na Casa Branca) · DefesaNet (comandantes e o plano de R$ 800 bi) · UPI, 07/07 (alerta do chanceler) · Agência Brasil (Reciprocidade e OMC) · USTR (superávit americano com o Brasil) · Al Jazeera, 10/04 (acordo de cooperação antidrogas) · EJIL:Talk! (as listas como prelúdio?) · Global Times (o jogador chinês falando) · Página/12 (o jogador argentino falando)

Este especial abre uma série de acompanhamento contínuo do tema no COMPASSO.

Toda análise do COMPASSO responde às mesmas cinco perguntas, sempre na mesma ordem: qual excedente está em disputa, quem disputa, que regras definem como se ganha, quem captura a maior fatia e onde você está nesse jogo. Conheça o método.