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6 análises
30 set
O dia em seis regiões: mísseis em Kiev e o orçamento da guerra
A Rússia lançou na madrugada desta quarta um dos maiores ataques combinados do ano contra a Ucrânia, com mísseis hipersônicos e 188 drones, um dia depois de confirmar o maior orçamento militar desde o início da guerra. Dois aeroportos poloneses chegaram a fechar. No Golfo, a resposta americana à oferta de reabertura de Ormuz chegou a Teerã pelas mãos do Catar, que somou uma proposta própria. A indústria chinesa voltou a crescer, a inflação americana desacelerou, e a guerra reabriu no norte da Etiópia.
Arquitetura de segurança
29 set
O dia em seis regiões: os Estados Unidos deixam o Iraque
Depois de 23 anos, as últimas tropas americanas saem do Iraque até quarta-feira, e três vozes contam três saídas diferentes. Em Kiev, um drone russo atingiu o prédio da Academia Nacional de Ciências. Milei deu duas semanas ao Reino Unido para parar o petróleo das Malvinas. Um bombardeio matou 50 pessoas num mercado no oeste de Mianmar. E a agência de refugiados da ONU avisou que 8,3 milhões de pessoas podem ficar sem assistência neste ano por falta de dinheiro.
Arquitetura de segurança
8 set
Os enviados deixam Kiev e os mísseis voltam na mesma noite
A leitura cruzada desta terça-feira encontra a Rússia bombardeando Kiev horas depois da partida dos enviados de paz americanos, com balanços de dois a cinco mortos e a TASS descrevendo o mesmo ataque como operação contra fábricas de mísseis, um moratório de três dias que apenas expirou. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor com 85% de apoio interno e o presidente americano pedindo o banimento da Bombardier. No Golfo, o Irã promete resposta mais rápida e mais pesada; no Japão, a premiê arruma o gabinete antes de procurar Trump; na Nigéria, um cessar-fogo secreto com o Boko Haram vem à tona.
Arquitetura de segurança
5 set
Do Golfo às Malvinas, a semana acorda os tabuleiros frios
A guerra que recomeçou no estreito de Ormuz somou cerca de 100 alvos atingidos, duas madrugadas de retaliação iraniana sobre quatro países e um placar que cada lado conta sozinho, com o Brent fechando perto de 95 dólares. E a frase americana de que tudo está em revisão acordou o Atlântico Sul: cadeia nacional sobre as Malvinas em Buenos Aires, resposta inabalável de Londres. Ao redor, 548 drones fecharam o céu de Moscou, Taiwan contou 176 aeronaves num dia e o Canadá conta as horas para retaliar. A leitura cruzada da semana, com as versões de cada margem.
Arquitetura de segurança
4 set
As Malvinas entram na conta e Moscou fecha o próprio céu
A leitura cruzada desta sexta-feira encontra o Atlântico Sul reaberto como tabuleiro: depois de Washington pôr sua posição sobre o arquipélago em revisão, Milei anunciou em cadeia nacional sanções a petroleiras que operem nas Malvinas sem autorização argentina e uma base naval na Terra do Fogo, e Londres respondeu que o compromisso com as ilhas é inegociável. Ao redor, Moscou contou 548 drones em 28 horas e viu 27 companhias estrangeiras cancelarem voos, o Estreito de Ormuz operou com um quinto do fluxo de antes da guerra, o Quênia mandou uma gigante química suspender operações e a Etiópia descobriu que voltar ao comércio preferencial americano é mais difícil do que o Congresso prorrogar a lei.
Arquitetura de segurança
3 set
Duas noites de mísseis e um placar que cada lado conta sozinho
A leitura cruzada desta quinta-feira encontra o Golfo contando mortos que não batem: Teerã diz ter destruído instalações americanas no Kuwait, na Jordânia e no Bahrein, Washington responde que nenhuma base com tropas foi afetada, e o Brent passou de 97 dólares no meio da discordância. Ao redor, Milei fala às 21h em cadeia nacional sobre as Malvinas depois de Washington pôr a soberania em revisão, drones russos apagam 13 regiões da Ucrânia e Moscou cancela voos em massa, o Japão prepara a primeira reforma ministerial de Takaichi e a Uber desliga o motor na Nigéria e em Uganda.
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