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Tabuleiro

Comércio global

8 análises

12 agoA hipótese Brasil: a coerção vai à OMC, e o risco vai à telaPrimeiro placar diário da série: Washington aceita discutir o tarifaço na OMC com a China na sala, um banco americano precifica a eleição, e as trilhas militar e sancionatória passam o dia em silêncio.Arquitetura de segurança12 agoO dia em que a eleição virou preço de telaO rebaixamento do JPMorgan derrubou a bolsa ao pior fechamento desde janeiro, e o governo respondeu ao tarifaço com um plano de 210 milhões de reais. Outubro já negocia em tela.Comércio global12 agoA trégua vale para as tarifas, não para a ciênciaWashington encaminha a regra que proíbe pesquisa federal em parceria com a China, e Pequim responde com a cortesia de quem precisa da trégua comercial viva até novembro.Comércio global11 agoDepois de Caracas: a hipótese BrasilA captura de um presidente sul-americano por forças especiais americanas encerrou uma era. Sete meses depois, com a Venezuela sob tutela, tarifas punitivas sobre o Brasil e facções brasileiras na mesma lista legal que autorizou a operação de janeiro, a pergunta que ninguém fazia em voz alta entrou no vocabulário público. Este especial separa o que existe do que se teme, e desenha os cenários.Arquitetura de segurança10 agoO eixo abre a semana trocando sanções, à espera da inflaçãoPequim sancionou, Washington mira a brecha dos data centers de países terceiros, e o dado de domingo mostrou a demanda chinesa fraca. A semana converge para a inflação americana de quarta: é ela que diz se a escalada é barganha para a cúpula de setembro ou deterioração real.Cadeia de semicondutores8 agoJuro de 14%, indústria em queda: a semana em que a conta apareceuO Copom cortou a Selic para 14% cobrando credibilidade fiscal no mesmo parágrafo. Dois dias antes, o IBGE mostrou a indústria caindo 1,8%, já sob tarifa americana de 37,5%. Emprego forte, fábrica fraca, juro alto: a semana expôs quem sustenta o ajuste enquanto ele não chega.Comércio global8 agoGolpes calibrados: a semana em que a trégua virou métodoWashington baniu robôs e inversores chineses; Pequim respondeu com controles de drones, sanções e uma recusa que diz tudo: não quer nem o chip americano que os EUA liberaram. Os dois lados batem, medem o golpe e preservam a trégua. A separação virou política de Estado dos dois lados.Cadeia de semicondutores7 agoWashington e Pequim negociam prazo; o resto do mundo paga tabelaA trégua comercial entre Estados Unidos e China vence em 12 de agosto e está sendo renegociada. Enquanto as duas potências discutem condições na mesa, Brasil e Canadá recebem as tarifas prontas, sem mesa. A diferença entre esses dois tratamentos é o lance mais importante do dia.Comércio global