Pular para o conteúdo

Jogador

Banco Central

Todas as análises em que Banco Central aparece disputando o excedente.

31 análises

7 outO juro de 30 anos dos EUA bate 5,70%, o maior desde 2002O juro que o governo americano paga para tomar dinheiro por 30 anos renovou nesta quarta a máxima de 24 anos, a 5,7041%. A alta não vem do banco central, que deve manter a taxa neste mês: vem da dívida de 40 trilhões de dólares, do petróleo de guerra acima de 100 dólares e do volume de títulos que o mercado precisa absorver. Esse preço serve de referência para o crédito no mundo inteiro, e a conta chega ao Brasil pelo câmbio, pela bolsa e pela rolagem da dívida pública.Política monetária3 outA semana em que o mercado de trabalho americano travou o juroO movimento da semana em Finanças: a economia americana criou 29 mil vagas em setembro, um terço do que o mercado esperava, e as revisões apagaram 60 mil vagas dos dois meses anteriores. A chance de nova alta de juro na reunião de outubro do Federal Reserve caiu a 17%. Para o Brasil, que corta a Selic na contramão do mundo rico, o alívio chegou na véspera da eleição: o dólar fechou estável a 5,21 reais e a bolsa subiu 2,63% no último pregão antes do primeiro turno, o maior fechamento desde abril.Política monetária2 outO emprego americano trava e muda a conta do juro globalO relatório oficial de emprego dos Estados Unidos registrou 29 mil vagas criadas em setembro, um terço do que o mercado esperava, e desemprego de 4,2%. As revisões apagaram 60 mil vagas da conta de julho e agosto. O número derruba a aposta de nova alta de juro na reunião do Federal Reserve de 27 e 28 de outubro e alivia, por ora, o aperto global que encareceu o dinheiro em setembro. Para o Brasil, que corta a Selic na contramão do mundo rico, o alívio chega a dois dias do primeiro turno.Política monetária1 outSetembro nas Finanças: juro global em alta e Selic na contramãoO deslocamento do mês em Finanças: o Federal Reserve fez a primeira alta de juros desde 2023, o Banco do Japão levou sua taxa ao maior nível em 31 anos e o Copom cortou a Selic a 13,75% na direção oposta. O Brasil começou setembro medindo deflação e terminou com a prévia da inflação a 4,47% em doze meses, encostada no teto da meta. O preço do dinheiro voltou a subir no mundo por causa do petróleo de guerra, e a conta chegou ao câmbio antes de chegar à bomba.Política monetária26 setA semana em que a inflação apertou e a bandeira ficou verdeO movimento da semana em Finanças: a última prévia de inflação antes do voto veio acima do esperado, a 0,70% no mês e 4,47% em doze meses, e o juro americano de dez anos tocou o maior nível desde 2007. No mesmo dia, a agência reguladora de energia anunciou bandeira verde para outubro, sem cobrança extra na conta de luz, depois de cinco meses de bandeira amarela. E o governo fez o primeiro contingenciamento do ano, de 13,6 bilhões de reais.Política monetária19 setA semana em que o mundo rico subiu o juro e o Brasil cortouO movimento da semana em Finanças: o Federal Reserve fez a primeira alta desde 2023, o Banco do Japão levou o juro ao maior nível em 31 anos, o Banco da Inglaterra manteve, e o Copom cortou a Selic a 13,75% na contramão. A distância entre o juro brasileiro e o americano encolheu meio ponto numa semana, e o Banco Central vendeu 1 bilhão de dólares na sexta para dar liquidez ao câmbio.Política monetária18 setJapão sobe o juro a 1,25% e fecha a semana do aperto globalO Banco do Japão elevou nesta sexta o juro básico de 1% para 1,25%, o maior nível desde 1995, por 7 votos a 2. É a terceira decisão do mundo rico na mesma semana e na mesma direção: o Federal Reserve subiu o juro na quarta, pela primeira vez em três anos, e o Banco da Inglaterra manteve a taxa na quinta. Setembro registra a maior alta média de juros das dez economias ricas desde julho de 2023. No Brasil, que cortou a Selic na contramão, o Banco Central vendeu 1 bilhão de dólares em dois leilões extraordinários nesta manhã, com o dólar acima de 5,16 reais.Energia16 setCopom e Federal Reserve decidem hoje em sentidos opostosO Federal Reserve, o banco central americano, anuncia às 15h de Brasília a decisão de juros desta quarta, e os contratos futuros dão 93% de chance à primeira alta desde 2023, para a faixa de 3,75% a 4% ao ano. Depois das 18h30, o Copom, o comitê de juros do Banco Central brasileiro, deve anunciar o quinto corte seguido da Selic, de 14% para 13,75%. Se as duas apostas se confirmarem, a distância entre os dois juros encolhe meio ponto num único dia, com o petróleo perto de 108 dólares e o presidente americano pedindo em público o contrário do que o próprio Federal Reserve deve fazer.Política monetária12 setA semana em que o mundo subiu o juro e o Brasil deflacionouO movimento da semana em Finanças: o BCE subiu o juro em Berlim por causa do petróleo de guerra, a inflação americana acelerou e levou a chance de alta do Federal Reserve a 90%, e o Brasil mediu deflação de 0,32%, a maior em quatro anos, com duas travas de prazo curto dentro. Na quarta-feira, Copom e Federal Reserve decidem no mesmo dia, e a distância entre os dois juros pode encolher meio ponto de uma vez.Política monetária11 setA deflação chega no dia em que o juro americano ameaça subirNo mesmo dia, o IBGE mediu deflação de 0,32% em agosto e o escritório de estatísticas americano mediu inflação de 0,4%, puxada pela gasolina da guerra. Na semana que vem, o Copom deve cortar a Selic para 13,75% e o Federal Reserve pode subir o juro. As duas maiores economias do continente passam a andar em direções opostas a três semanas do primeiro turno.Política monetária