Pular para o conteúdo

Jogador

China

Todas as análises em que China aparece disputando o excedente.

90 análises

7 setA guerra vira caça ao petroleiro e o barril passa dos 97O fim de semana transformou o estreito de Ormuz num duelo de embarcações: Washington atingiu três petroleiros iranianos, Teerã respondeu atacando navios ligados aos americanos e disparando um míssil balístico na direção de navios de guerra, e o Brent abre a segunda-feira acima dos 97 dólares. O Irã promete uma zona restrita no mar e uma rota nova combinada com Omã, o presidente do parlamento iraniano declara as petroleiras americanas alvos legítimos, e a semana corre em silêncio de banco central: decisão europeia na quinta, inflação americana na sexta, Federal Reserve no dia 16.Arquitetura de segurança7 setA semana abre com o estreito em zero e o céu de Kiev em 810A leitura cruzada desta segunda-feira encontra o estreito de Ormuz sem um único navio comercial no domingo, depois de um fim de semana em que Washington e Teerã caçaram petroleiros um do outro, e a Rússia despejando 810 drones e 13 mísseis sobre a Ucrânia na maior leva registrada da guerra. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor na terça e Buenos Aires transforma as Malvinas em pauta de segurança nacional; na Ásia, Pequim monta a comitiva de Xi para Washington; na África, a tensão em Tigré segue como o risco vigiado. Os seis tabuleiros, com as versões de cada margem.Arquitetura de segurança5 setDo Golfo às Malvinas, a semana acorda os tabuleiros friosA guerra que recomeçou no estreito de Ormuz somou cerca de 100 alvos atingidos, duas madrugadas de retaliação iraniana sobre quatro países e um placar que cada lado conta sozinho, com o Brent fechando perto de 95 dólares. E a frase americana de que tudo está em revisão acordou o Atlântico Sul: cadeia nacional sobre as Malvinas em Buenos Aires, resposta inabalável de Londres. Ao redor, 548 drones fecharam o céu de Moscou, Taiwan contou 176 aeronaves num dia e o Canadá conta as horas para retaliar. A leitura cruzada da semana, com as versões de cada margem.Arquitetura de segurança5 setO embargo vira campanha e o cerco chega a dezenove contra umA semana do eixo começou com lançadores destruídos na ilha de Larak e terminou com uma campanha militar de manutenção sem data para acabar, cerca de 100 alvos atingidos e o aviso de que quem ajudar o Irã pode ser sancionado. Pequim respondeu com três silêncios: nenhuma palavra sobre o aliado bombardeado, uma fila de 5,98 trilhões de yuans no IPO da Enflame e uma nota de rodapé no G20 em que ficou isolada por dezenove a um. O movimento da semana em Potências, a três semanas da mesa de 24 de setembro.Cadeia de semicondutores4 setAs Malvinas entram na conta e Moscou fecha o próprio céuA leitura cruzada desta sexta-feira encontra o Atlântico Sul reaberto como tabuleiro: depois de Washington pôr sua posição sobre o arquipélago em revisão, Milei anunciou em cadeia nacional sanções a petroleiras que operem nas Malvinas sem autorização argentina e uma base naval na Terra do Fogo, e Londres respondeu que o compromisso com as ilhas é inegociável. Ao redor, Moscou contou 548 drones em 28 horas e viu 27 companhias estrangeiras cancelarem voos, o Estreito de Ormuz operou com um quinto do fluxo de antes da guerra, o Quênia mandou uma gigante química suspender operações e a Etiópia descobriu que voltar ao comércio preferencial americano é mais difícil do que o Congresso prorrogar a lei.Arquitetura de segurança4 setO barril do Irã encolhe e o aviso de Washington mira PequimO secretário de Estado americano avisou nesta sexta-feira que países que ajudem o Irã a driblar sanções podem ser sancionados eles mesmos, no dia em que o balanço oficial da guerra mostrou a exportação iraniana de petróleo reduzida de 1,7 milhão para cerca de 260 mil barris diários. O aviso não nomeia a China, mas o único comprador com escala para absorver esse barril é chinês, e Pequim já tem no papel, desde maio, a proibição de que suas empresas obedeçam a sanções americanas sobre o petróleo iraniano. Tudo isso a três semanas e meia da mesa em que os dois lados prometem revisitar o prazo da trégua tarifária.Comércio global3 setDezenove contra um: o cerco a Pequim três semanas antes da mesaNa reunião de ministros de Finanças do G20 em Asheville, sob presidência americana, o Tesouro conseguiu que 19 dos 20 membros assinassem o compromisso de enfrentar o fluxo de exportações baratas, com a China dissentindo em nota de rodapé. Nesta quinta-feira Pequim respondeu em dois registros: o Ministério do Comércio chamou a manobra de protecionismo disfarçado e o banco central prometeu não desvalorizar o yuan. A três semanas da visita de Xi Jinping a Washington, cada lado chega à mesa carregando o que o outro não tem.Comércio global2 setO casamento em Kuhestak e a manhã de mísseis no GolfoA leitura cruzada desta quarta-feira encontra o Golfo em sua noite mais dura desde julho: os Estados Unidos bombardearam instalações da Guarda Revolucionária, Teerã diz que um dos alvos era uma casa em festa de casamento em Kuhestak, e a resposta iraniana caiu de madrugada sobre Jordânia, Kuwait, Bahrein e Erbil, com o barril passando de 95 dólares. Ao redor, a Ucrânia acordou sob drones com apagões em cinco regiões, Xangai fez fila por um chip, a vizinhança latino-americana trocou acusações e a África recebeu um alerta climático de 162 milhões de crianças.Arquitetura de segurança2 setXangai faz fila para comprar o chip que a América não vendeA Enflame, última dos quatro dragõezinhos dos chips de inteligência artificial chineses, abriu nesta quarta-feira a subscrição do seu IPO no mercado STAR de Xangai buscando cerca de 6 bilhões de yuans, e a demanda estourou qualquer régua: 4.073 vezes o lote no varejo, com ordens que somam 5,98 trilhões de yuans. No dia em que o pregão chinês precifica a aposta na pilha computacional paralela, a retaliação que Pequim agendou para setembro segue em aberto e o encontro entre os dois presidentes está marcado para o dia 24.Cadeia de semicondutores1 setAgosto nas IAs: o gargalo saiu do chip e virou licençaO deslocamento do mês na economia política da inteligência artificial: agosto abriu com o funil numa sala de empacotamento em Taiwan, mudou o gargalo para o megawatt com 105 bilhões da Nvidia e uma fila de 474 gigawatts auditada no Texas, e fechou com a licença, de exportação, elétrica e social, como o ativo que decide quem liga a máquina. A primeira mensal do pilar.Cadeia de semicondutores