Pular para o conteúdo
COMPASSO
Análises
Artigos
O método
Quem somos
Jogador
Irã
Todas as análises em que Irã aparece disputando o excedente.
73 análises
9 set
O barril acima de 100 chega às seis regiões no mesmo dia
O petróleo rompeu os 100 dólares e cada região pagou ou cobrou a conta de um lugar diferente: Washington apertou o Canadá, o Japão pôs número no custo, a Índia voltou ao petróleo iraniano, a Jordânia interceptou mísseis, Kiev passou a segunda noite sob ataque e a África recebeu o choque na bomba.
Arquitetura de segurança
9 set
Washington afunda cinco petroleiros e o barril passa dos 100
O comando militar americano para o Oriente Médio destruiu cinco petroleiros da frota paralela iraniana entre o Golfo de Omã e a ilha de Kharg. O Irã respondeu atacando dez navios perto do estreito de Ormuz e disparando vinte mísseis balísticos contra uma base na Jordânia. Na manhã desta quarta-feira, o Brent rompeu os 100 dólares pela primeira vez em seis semanas, e a renda da escassez começou a trocar de mãos.
Arquitetura de segurança
8 set
A guerra acende a Arábia Saudita e Pequim conta o superávit
A terça-feira ampliou o mapa da guerra: os houthis atacaram instalações de energia no sul da Arábia Saudita, deixando 73 feridos e incêndios perto da refinaria de Jazan, e o Brent chegou a 99,46 dólares na madrugada. Em Ormuz, o tráfego segue em um décimo do normal, o Irã anunciou uma zona de exclusão e a Guarda Revolucionária diz ter capturado um submarino não tripulado americano. E a China, que paga a conta de energia dessa guerra, escolheu o dia para divulgar um superávit comercial recorde e não dizer uma palavra sobre o estreito, a dezesseis dias da visita de Xi Jinping a Washington.
Arquitetura de segurança
8 set
Os enviados deixam Kiev e os mísseis voltam na mesma noite
A leitura cruzada desta terça-feira encontra a Rússia bombardeando Kiev horas depois da partida dos enviados de paz americanos, com balanços de dois a cinco mortos e a TASS descrevendo o mesmo ataque como operação contra fábricas de mísseis, um moratório de três dias que apenas expirou. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor com 85% de apoio interno e o presidente americano pedindo o banimento da Bombardier. No Golfo, o Irã promete resposta mais rápida e mais pesada; no Japão, a premiê arruma o gabinete antes de procurar Trump; na Nigéria, um cessar-fogo secreto com o Boko Haram vem à tona.
Arquitetura de segurança
7 set
A guerra vira caça ao petroleiro e o barril passa dos 97
O fim de semana transformou o estreito de Ormuz num duelo de embarcações: Washington atingiu três petroleiros iranianos, Teerã respondeu atacando navios ligados aos americanos e disparando um míssil balístico na direção de navios de guerra, e o Brent abre a segunda-feira acima dos 97 dólares. O Irã promete uma zona restrita no mar e uma rota nova combinada com Omã, o presidente do parlamento iraniano declara as petroleiras americanas alvos legítimos, e a semana corre em silêncio de banco central: decisão europeia na quinta, inflação americana na sexta, Federal Reserve no dia 16.
Arquitetura de segurança
7 set
A semana abre com o estreito em zero e o céu de Kiev em 810
A leitura cruzada desta segunda-feira encontra o estreito de Ormuz sem um único navio comercial no domingo, depois de um fim de semana em que Washington e Teerã caçaram petroleiros um do outro, e a Rússia despejando 810 drones e 13 mísseis sobre a Ucrânia na maior leva registrada da guerra. Nas Américas, as contratarifas canadenses entram em vigor na terça e Buenos Aires transforma as Malvinas em pauta de segurança nacional; na Ásia, Pequim monta a comitiva de Xi para Washington; na África, a tensão em Tigré segue como o risco vigiado. Os seis tabuleiros, com as versões de cada margem.
Arquitetura de segurança
5 set
Do Golfo às Malvinas, a semana acorda os tabuleiros frios
A guerra que recomeçou no estreito de Ormuz somou cerca de 100 alvos atingidos, duas madrugadas de retaliação iraniana sobre quatro países e um placar que cada lado conta sozinho, com o Brent fechando perto de 95 dólares. E a frase americana de que tudo está em revisão acordou o Atlântico Sul: cadeia nacional sobre as Malvinas em Buenos Aires, resposta inabalável de Londres. Ao redor, 548 drones fecharam o céu de Moscou, Taiwan contou 176 aeronaves num dia e o Canadá conta as horas para retaliar. A leitura cruzada da semana, com as versões de cada margem.
Arquitetura de segurança
5 set
O embargo vira campanha e o cerco chega a dezenove contra um
A semana do eixo começou com lançadores destruídos na ilha de Larak e terminou com uma campanha militar de manutenção sem data para acabar, cerca de 100 alvos atingidos e o aviso de que quem ajudar o Irã pode ser sancionado. Pequim respondeu com três silêncios: nenhuma palavra sobre o aliado bombardeado, uma fila de 5,98 trilhões de yuans no IPO da Enflame e uma nota de rodapé no G20 em que ficou isolada por dezenove a um. O movimento da semana em Potências, a três semanas da mesa de 24 de setembro.
Cadeia de semicondutores
4 set
As Malvinas entram na conta e Moscou fecha o próprio céu
A leitura cruzada desta sexta-feira encontra o Atlântico Sul reaberto como tabuleiro: depois de Washington pôr sua posição sobre o arquipélago em revisão, Milei anunciou em cadeia nacional sanções a petroleiras que operem nas Malvinas sem autorização argentina e uma base naval na Terra do Fogo, e Londres respondeu que o compromisso com as ilhas é inegociável. Ao redor, Moscou contou 548 drones em 28 horas e viu 27 companhias estrangeiras cancelarem voos, o Estreito de Ormuz operou com um quinto do fluxo de antes da guerra, o Quênia mandou uma gigante química suspender operações e a Etiópia descobriu que voltar ao comércio preferencial americano é mais difícil do que o Congresso prorrogar a lei.
Arquitetura de segurança
4 set
O barril do Irã encolhe e o aviso de Washington mira Pequim
O secretário de Estado americano avisou nesta sexta-feira que países que ajudem o Irã a driblar sanções podem ser sancionados eles mesmos, no dia em que o balanço oficial da guerra mostrou a exportação iraniana de petróleo reduzida de 1,7 milhão para cerca de 260 mil barris diários. O aviso não nomeia a China, mas o único comprador com escala para absorver esse barril é chinês, e Pequim já tem no papel, desde maio, a proibição de que suas empresas obedeçam a sanções americanas sobre o petróleo iraniano. Tudo isso a três semanas e meia da mesa em que os dois lados prometem revisitar o prazo da trégua tarifária.
Comércio global
Paginação de posts
← Anteriores
1
3
4
5
8
Seguintes →