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Setor produtivo
Todas as análises em que Setor produtivo aparece disputando o excedente.
16 análises
1 out
Setembro na Produção: a trégua das potências e o agro cercado
O deslocamento do mês em Produção: a visita de Xi Jinping a Washington estendeu a trégua comercial até janeiro de 2027 e criou uma lista de tarifas menores para 30 bilhões de dólares de cada lado, sem destravar chips nem terras raras. O Canadá mediu o preço de retaliar e voltou a negociar. E o Brasil fechou setembro com as três maiores portas da sua carne restringidas ao mesmo tempo: o tarifaço americano, o embargo europeu e, desde 1º de outubro, a sobretaxa chinesa de 55%.
Cadeia de semicondutores
30 set
China esgota a cota e taxa a carne do Brasil em mais 55%
O Ministério do Comércio da China anunciou nesta quarta que a carne bovina brasileira atingiu em 29 de setembro 100% da cota anual de 1,1 milhão de toneladas. A partir da zero hora de 1º de outubro, cada tonelada acima da cota paga 55% de tarifa além dos 12% já cobrados. A China é o destino de quase metade da carne que o Brasil exporta. Com o tarifaço americano e o embargo europeu ainda de pé, o maior comprador do agro brasileiro restringe a compra a quatro dias do primeiro turno.
Comércio global
5 set
A semana em que o pregão virou pesquisa e a urna virou preço
O PIB de 0,5% veio acima do consenso com o consumo das famílias em queda, a indústria andou 0,2% no primeiro mês sob a tarifa cheia, e três pesquisas em três dias certificaram o empate técnico que fez a bolsa disparar 3%, bater a máxima histórica de 188.891 pontos e fechar a semana no zero a zero, digerindo um emprego americano três vezes acima do esperado. No meio, a balança de agosto entregou superávit de 7,39 bilhões de dólares sob tarifaço e a Europa fechou a porta da carne. O movimento da semana no Brasil.
Comércio global
4 set
O emprego americano chega antes da balança e aperta o câmbio
Os Estados Unidos criaram 162 mil vagas em agosto, quase o triplo do que o mercado esperava, e a probabilidade de uma alta de juros na reunião do banco central americano deste mês saltou para cerca de 60 por cento: o dólar tocou 5,13 reais durante o pregão e a bolsa transformou o dia num pêndulo, caindo de manhã, recuperando os 186 mil pontos à tarde e fechando praticamente estável. No meio do caminho, a XP cortou a projeção de crescimento do país de 2 para 1,7 por cento, e a balança comercial de agosto, primeira leitura mensal cheia sob o tarifaço e às vésperas do embargo europeu, sai às 15h.
Comércio global
3 set
O embargo europeu à carne abre a segunda frente do agro
Entrou em vigor nesta quinta-feira a suspensão europeia às importações de carnes, ovos, mel e tripas do Brasil, por falta de garantias sobre as regras do bloco para antimicrobianos: com o tarifaço americano ainda de pé, o agro exportador passa a operar com as duas maiores praças do Ocidente parcialmente fechadas. No mesmo dia, a bolsa devolveu o rali de ontem depois de bater máxima histórica intradiária, o PMI de serviços voltou a crescer, e o mercado prendeu a respiração para a Datafolha da noite e a balança comercial de amanhã.
Comércio global
2 set
A bolsa dispara 3% no dia em que a indústria anda 0,2%
O IBGE mostrou pela manhã uma indústria que cresceu 0,2% em julho, abaixo do 0,5% que o mercado esperava, no primeiro mês inteiro sob a tarifa americana cheia. À tarde, uma pesquisa Quaest apertou o segundo turno para um ponto de diferença e o Ibovespa disparou mais de 3%, ao redor dos 186 mil pontos, maior nível em quatro meses, com o dólar caindo a 5,10 reais. Entre o dado real da manhã e o dado político do meio-dia, o pregão escolheu o segundo, e essa escolha é o retrato do dia.
Comércio global
1 set
Agosto no Brasil: a economia que fala dois idiomas até a urna
O deslocamento do mês no Brasil: agosto entregou deflação, o menor desemprego da série e um PIB acima do consenso, e ao mesmo tempo indústria em queda, a Casas Bahia em recuperação judicial, dívida bruta de 82,5% do PIB e o preço dos ativos decidido em Wyoming. A campanha que abriu em 16 de agosto disputa qual dos dois idiomas o eleitor leva à urna. A primeira mensal do pilar.
Comércio global
29 ago
A semana em que a economia do eleitor falou dois idiomas
Deflação na prévia da inflação, o menor desemprego da série e a melhor semana da bolsa desde abril chegaram juntos com o discurso do novo presidente do Fed admitindo alta de juros e o dólar de volta aos 5,19 reais. Na semana em que a propaganda eleitoral estreou, o governo e a oposição ganharam, cada um, o seu retrato verdadeiro. O movimento da semana no Brasil.
Comércio global
28 ago
Warsh estreia, o dólar volta a 5,20 e a campanha entra no ar
O primeiro discurso do novo presidente do Fed admitiu que pode ser preciso subir juros, e o dólar passou dos 5,20 reais antes do almoço, com o Ibovespa devolvendo a alta da manhã. No mesmo dia, o ministério do Trabalho apresentou o Caged de julho e a propaganda eleitoral gratuita estreou no rádio e na TV. A economia que o eleitor vai julgar começou a ser disputada hoje, em dois idiomas: o do emprego recorde e o do juro americano.
Comércio global
27 ago
O pleno emprego chega junto com o aviso do juro americano
O IBGE registrou desemprego de 5,3% no trimestre até julho, o menor da série histórica para o período, com 103,3 milhões de ocupados. No mesmo dia, a inflação americana veio acima do esperado, devolveu o dólar a 5,15 reais e tirou o fôlego do Ibovespa. Entre a folha cheia em casa e o juro que ronda lá fora, o país chega à mesa de segunda com a economia a favor.
Comércio global
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