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16 setEleição 2026: quarto empate e a sanção pedida em WashingtonA quarta pesquisa colhida inteiramente depois da crise da Polícia Federal saiu nesta quarta: a DataTrends mediu 45% a 44% para Flávio Bolsonaro no segundo turno, dentro da margem, e as quatro rodadas pós-crise somam duas para cada lado. Um dia depois da sessão que terminou sem decisão, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo começaram em Washington uma série de reuniões para pedir a volta das sanções contra Alexandre de Moraes, agora estendidas a Flávio Dino. O caso Moraes ficou sem data no Supremo; o caso Mendonça e o comando da PF seguem marcados para o dia 23.Arquitetura de segurança15 setEleição 2026: a terceira pesquisa empata e o Supremo se divideA terceira pesquisa colhida inteiramente depois da crise da Polícia Federal saiu nesta terça: a Indexa mediu 43% a 42% para Lula no segundo turno, dentro da margem, devolvendo o sinal que a Quaest havia invertido. No mesmo dia, o plenário do Supremo passou a manhã discutindo o caso Moraes sem proferir um voto: dois ministros se declararam fora do julgamento, os demais trocaram acusações em público, e a decisão de mérito tende a ficar para o dia 23. Washington segue em silêncio oficial, com sanções em conversa de bastidor.Arquitetura de segurança15 setQuatro bancos centrais decidem juros com o barril acima de 108A leitura cruzada desta terça: a China divulgou uma economia de fábrica acelerada e consumo parado na véspera da decisão do Federal Reserve, que o mercado espera ser de alta. O Golfo chegou ao dia 199 do fechamento de Ormuz sem nova data para a negociação de Salalah, a Ucrânia contou 200 drones em uma noite, o Canadá espera proibições americanas datadas para o dia 29, e a maior abertura de capital da história da África começou na bolsa de Lagos. Em três dias, Federal Reserve, Copom, Banco da Inglaterra e Banco do Japão decidem juros.Arquitetura de segurança14 setA semana abre com a reunião de Salalah adiada e o barril a 108A semana que começa perdeu no domingo a única negociação que tinha marcada. Omã adiou, sem data nova, a reunião de Salalah que apresentaria a rota temporária para o estreito de Ormuz, depois de um pedido saudita. Na reabertura dos mercados, o Brent subiu 3,6%, a 108 dólares, máxima de quatro meses. A agenda que sobra é de força e de juros: Copom e Federal Reserve decidem na mesma quarta-feira, e o Supremo define amanhã o comando da Polícia Federal.Arquitetura de segurança14 setEleição 2026: Flávio à frente na Quaest pela primeira vezA primeira pesquisa colhida inteiramente depois da crise da Polícia Federal saiu nesta segunda: a Quaest mediu 42% a 40% para Flávio Bolsonaro na simulação de segundo turno, dentro da margem de dois pontos, mas com o sinal numérico invertido pela primeira vez na série do instituto. No mesmo fim de semana, ficou público o inquérito do Supremo contra o senador no caso do filme Dark Horse, os dois candidatos passaram o domingo fora das ruas, e o plenário do Supremo decide amanhã quem comanda a PF.Arquitetura de segurança14 setO fim de semana em seis regiões: o Golfo trava e os juros vêmA leitura cruzada do fim de semana: o adiamento da reunião de Salalah deixa o Golfo sem negociação marcada, a Arábia Saudita responde aos houthis, o Canadá entra na semana sem conversa com Washington, a Índia faz as contas do petróleo depois da cúpula do BRICS, a Ucrânia conta drones às centenas e a África começa a pagar a conta de Bab el-Mandeb. No meio de tudo, quatro bancos centrais decidem juros em três dias.Arquitetura de segurança12 setA semana em que a guerra fechou as duas saídas do petróleoO movimento da semana em Segurança: oito petroleiros iranianos destruídos, os houthis no controle de Bab el-Mandeb, o oleoduto saudita parado e o Brent fechando a 104,61 dólares, com alta de 8,7% na semana. A travessia do petróleo do Golfo passou a depender de decisão militar nas três rotas. A diplomacia marcou hora e adiou: a reunião de Omã, prevista para segunda-feira, foi adiada na noite de domingo, sem data nova.Arquitetura de segurança12 setEleição 2026: o empate atravessa a semana da crise na PFO texto de sábado da série lê a semana inteira dentro do processo: a crise da Polícia Federal avocada pela presidência do Supremo, seis pesquisas nacionais registradas, a candidatura de Marçal barrada por unanimidade, o giro do presidente pelo Sul e o silêncio de Washington. Cinco medições cabem na faixa do empate, e a primeira rodada colhida inteiramente depois da crise sai na segunda-feira, véspera do plenário que decide quem comanda a PF.Arquitetura de segurança11 setEleição 2026: Lula troca o BRICS pelo Sul onde Flávio lideraO presidente cancelou a ida à reunião de cúpula de Nova Délhi, mandou o chanceler e abriu um giro de comícios por Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, os três estados que o adversário venceu em 2022. A deflação de 0,32% chegou como argumento de campanha com prazo de validade. E o prazo de Andrei Rodrigues ao Supremo termina às 18h desta sexta, quatro dias antes do plenário que encara a crise.Arquitetura de segurança11 setOs houthis tomam a segunda saída do petróleo no dia 196Os aliados do Irã no Iêmen completaram a tomada de Bab el-Mandeb, o estreito que liga o mar Vermelho ao oceano Índico: depois do porto de Mokha e da cidade de Dhubab, ocuparam a ilha de Perim sem combate. Com Ormuz já fechado pela guerra, as duas saídas marítimas do petróleo do Golfo passam a depender de Teerã e dos seus aliados. No mesmo dia, o BRICS abriu os trabalhos em Nova Délhi com Putin, e a Argélia rompeu com os Emirados.Arquitetura de segurança