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Comércio global

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24 agoO mercado abre a semana digerindo o Datafolha e o embargoA bolsa abriu a segunda perto dos 169 mil pontos com o cenário eleitoral de volta ao foco depois do Datafolha de 39% a 33%, enquanto o barril recua à espera do anúncio americano das 15h. Na semana, a prévia da inflação na quarta e o desemprego na quinta medem a economia que disputa a eleição.Comércio global22 agoA hipótese Brasil: a semana em que a ameaça valeu por siNa primeira semana completa de campanha, Washington não assinou nada e pesou em tudo: a relista de Moraes atravessou os cinco dias como deliberação pendurada, o Datafolha estreitou a disputa e a resposta brasileira apareceu num supercomputador com sócios chineses. O placar semanal da série.Arquitetura de segurança22 agoA semana em que o barril mandou nos dois bancos centraisO juro americano de 30 anos tocou 5,32%, o maior desde 2007, a China manteve a taxa básica pelo décimo quinto mês, e o embargo total ao petróleo iraniano ficou marcado para segunda. A semana do eixo teve trégua tarifária de pé e política monetária sequestrada pelo mesmo barril. O movimento da semana em Potências.Comércio global22 agoO embargo como arma: a semana dos seis tabuleirosA trégua entre Washington e Teerã venceu, os Emirados cortaram o comércio com o Irã, Moscou levou dois enxames de 600 drones e a guarda costeira chinesa normalizou o leste de Taiwan. A semana em que a guerra preferiu embargos, listas e drones sem dono à pólvora declarada. A leitura cruzada semanal dos seis tabuleiros.Arquitetura de segurança21 agoA hipótese Brasil: dia de pesquisa, resposta em mandarimNa sexta em que a campanha esperou a primeira pesquisa Datafolha registrada, as trilhas da coerção e da segurança ficaram quietas, o mercado tirou prêmio de risco do preço e a resposta brasileira apareceu onde ninguém a esperava: num supercomputador com sócios chineses. O placar de sexta-feira.Arquitetura de segurança21 agoO D-day econômico contra o Irã manda a conta para PequimO memorando que ainda deixava o petróleo iraniano circular venceu nesta sexta, e o Tesouro americano promete para segunda as sanções que chama de as mais duras da história. O maior comprador desse petróleo é a China, que já cortou um terço das importações e respondeu com o vocabulário da paciência: há uma visita de Estado marcada para setembro.Comércio global21 agoO prazo do petróleo iraniano vence e o embargo vira totalO memorando entre Washington e Teerã venceu nesta sexta sem renovação, e o pacote de sanções prometido para segunda fecha o cerco ao petróleo iraniano. A leitura cruzada percorre os seis tabuleiros: o racha dentro do próprio Irã, a China que compra menos, os drones na fronteira da Moldávia e a refinaria que o maior industrial da África ofereceu ao Quênia.Comércio global20 agoA China segura o juro, o Fed hesita, e o barril decideO banco central chinês manteve nesta quinta a taxa básica de empréstimos pelo décimo quinto mês, com o crescimento no menor ritmo desde o fim de 2022. Na véspera, a ata do Federal Reserve mostrou três votantes querendo subir juros. Dois bancos centrais, medos opostos, o mesmo barril de Ormuz.Comércio global20 agoA hipótese Brasil: a relista volta à mira, o juro à mesaNo dia de campanha desta quinta, ações contra Flávio Bolsonaro e a discussão da dosimetria recolocaram Moraes na mira da Lei Magnitsky como deliberação reportada, a trilha militar ficou sem lance, e o Conselho Monetário Nacional se reuniu com o dólar precificando a pressão americana. O placar de quinta.Arquitetura de segurança20 agoOs Emirados cortam o comércio com o Irã, e o Golfo rachaOs Emirados Árabes Unidos suspenderam todo o comércio com o Irã depois que dois mísseis caíram no Golfo Pérsico, e Teerã nega ter atirado. A leitura cruzada do dia percorre os seis tabuleiros: das acusações de Milei ao Brasil no Cone Sul à guerra de drones no Leste europeu, o barril de Ormuz atravessa todos.Arquitetura de segurança