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Tabuleiro

Política monetária

47 análises

5 setA semana em que o pregão virou pesquisa e a urna virou preçoO PIB de 0,5% veio acima do consenso com o consumo das famílias em queda, a indústria andou 0,2% no primeiro mês sob a tarifa cheia, e três pesquisas em três dias certificaram o empate técnico que fez a bolsa disparar 3%, bater a máxima histórica de 188.891 pontos e fechar a semana no zero a zero, digerindo um emprego americano três vezes acima do esperado. No meio, a balança de agosto entregou superávit de 7,39 bilhões de dólares sob tarifaço e a Europa fechou a porta da carne. O movimento da semana no Brasil.Comércio global4 setO emprego americano chega antes da balança e aperta o câmbioOs Estados Unidos criaram 162 mil vagas em agosto, quase o triplo do que o mercado esperava, e a probabilidade de uma alta de juros na reunião do banco central americano deste mês saltou para cerca de 60 por cento: o dólar tocou 5,13 reais durante o pregão e a bolsa transformou o dia num pêndulo, caindo de manhã, recuperando os 186 mil pontos à tarde e fechando praticamente estável. No meio do caminho, a XP cortou a projeção de crescimento do país de 2 para 1,7 por cento, e a balança comercial de agosto, primeira leitura mensal cheia sob o tarifaço e às vésperas do embargo europeu, sai às 15h.Comércio global1 setAgosto nas Potências: o embargo parou na porta dos bancosO deslocamento do mês no eixo Washington, Pequim: agosto abriu com um embargo anunciado como dia D econômico e fechou com os bancos chineses intocados, o estreito de Ormuz operando por corredor militar e a visita de Xi Jinping, em 24 de setembro, como o relógio que disciplina os dois lados. A primeira mensal da série.Comércio global1 setAgosto no Brasil: a economia que fala dois idiomas até a urnaO deslocamento do mês no Brasil: agosto entregou deflação, o menor desemprego da série e um PIB acima do consenso, e ao mesmo tempo indústria em queda, a Casas Bahia em recuperação judicial, dívida bruta de 82,5% do PIB e o preço dos ativos decidido em Wyoming. A campanha que abriu em 16 de agosto disputa qual dos dois idiomas o eleitor leva à urna. A primeira mensal do pilar.Comércio global1 setO PIB de 0,5% divide a cena com as armas e o fundo do TexasO IBGE entregou um PIB de 0,5% no segundo trimestre, acima do consenso, com a agropecuária em alta de 2,8% e o consumo das famílias em queda de 0,4%, e a bolsa emendou a décima alta seguida puxada pelo petróleo da guerra. No mesmo dia, o ministro Alexandre de Moraes mandou o Exército destruir ou doar as armas apreendidas de Jair Bolsonaro, e um relatório do Coaf revelou repasse adicional de 1,66 milhão de dólares ao fundo do filme sobre o ex-presidente no Texas. O relato separa, ponto a ponto, o fato da leitura.Comércio global31 agoO PIB chega na terça, mas a mesa com Washington abre hojeA semana decisiva de agosto para setembro abre com três relógios: às 11h30 os dados fiscais de julho testam a dívida na casa dos 82% do PIB, às 14h30 as equipes de Brasília e Washington fazem a primeira reunião formal do tarifaço, e na terça o IBGE conta quanto a economia cresceu no trimestre, com consenso de 0,2%. Tudo isso com a bolsa vindo de oito altas seguidas, o dólar perto de 5,16 e a campanha entrando na segunda semana em clima de tribunal.Comércio global29 agoA semana em que a economia do eleitor falou dois idiomasDeflação na prévia da inflação, o menor desemprego da série e a melhor semana da bolsa desde abril chegaram juntos com o discurso do novo presidente do Fed admitindo alta de juros e o dólar de volta aos 5,19 reais. Na semana em que a propaganda eleitoral estreou, o governo e a oposição ganharam, cada um, o seu retrato verdadeiro. O movimento da semana no Brasil.Comércio global28 agoDe Wyoming a Yaroslavl, a semana fecha com o custo em altaO primeiro discurso do novo presidente do Fed encareceu o dinheiro para o mundo inteiro no mesmo dia em que drones ucranianos incendiaram pela oitava vez no ano uma das maiores refinarias da Rússia. A leitura cruzada desta sexta nos seis tabuleiros, do frete recorde no Golfo à caçada aos 600 sequestrados na Nigéria, passando pelo tarifaço que dobrou contra o Canadá.Arquitetura de segurança28 agoWarsh estreia, o dólar volta a 5,20 e a campanha entra no arO primeiro discurso do novo presidente do Fed admitiu que pode ser preciso subir juros, e o dólar passou dos 5,20 reais antes do almoço, com o Ibovespa devolvendo a alta da manhã. No mesmo dia, o ministério do Trabalho apresentou o Caged de julho e a propaganda eleitoral gratuita estreou no rádio e na TV. A economia que o eleitor vai julgar começou a ser disputada hoje, em dois idiomas: o do emprego recorde e o do juro americano.Comércio global27 agoO estreito se entreabre por Mascate e Washington nega a mesaIrã e Omã desenharam o corredor provisório de Ormuz, e a Guarda Revolucionária anunciou até a partilha das receitas, no mesmo dia em que o Departamento de Estado negou estar negociando com Teerã. A leitura cruzada do dia nos seis tabuleiros, da inflação americana que reabriu a conversa de alta de juros ao sequestro em massa na Nigéria.Arquitetura de segurança