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Tabuleiro

Política monetária

47 análises

27 agoO pleno emprego chega junto com o aviso do juro americanoO IBGE registrou desemprego de 5,3% no trimestre até julho, o menor da série histórica para o período, com 103,3 milhões de ocupados. No mesmo dia, a inflação americana veio acima do esperado, devolveu o dólar a 5,15 reais e tirou o fôlego do Ibovespa. Entre a folha cheia em casa e o juro que ronda lá fora, o país chega à mesa de segunda com a economia a favor.Comércio global26 agoA deflação chega mais funda e escancara a porta do juroO IPCA-15 de agosto registrou deflação de 0,40%, mais intensa que a projetada, e devolveu a inflação de 12 meses para dentro do teto da meta. O Ibovespa renovou máximas rumo aos 176 mil pontos, mas o motor do número é um bônus que não se repete, e os serviços aceleraram.Energia25 agoO barril em queda alivia o juro, e a confiança desabaA terça abriu com o Ibovespa rumo aos 173 mil pontos e os juros futuros em queda, na esteira do barril que devolveu o prêmio do embargo. No mesmo dia, a FGV registrou a quarta queda seguida da confiança do consumidor, ao menor nível desde novembro de 2022, na véspera da prévia da inflação.Comércio global24 agoO mercado abre a semana digerindo o Datafolha e o embargoA bolsa abriu a segunda perto dos 169 mil pontos com o cenário eleitoral de volta ao foco depois do Datafolha de 39% a 33%, enquanto o barril recua à espera do anúncio americano das 15h. Na semana, a prévia da inflação na quarta e o desemprego na quinta medem a economia que disputa a eleição.Comércio global22 agoA semana em que o barril mandou nos dois bancos centraisO juro americano de 30 anos tocou 5,32%, o maior desde 2007, a China manteve a taxa básica pelo décimo quinto mês, e o embargo total ao petróleo iraniano ficou marcado para segunda. A semana do eixo teve trégua tarifária de pé e política monetária sequestrada pelo mesmo barril. O movimento da semana em Potências.Comércio global22 agoA semana em que o mercado votou antes do DatafolhaA atividade caiu 0,6%, a Casas Bahia quebrou no juro de 14%, o barril cobrou na bomba, e ainda assim a bolsa fechou a semana aos 171 mil pontos com o dólar a 5,14 reais, horas antes de o Datafolha mostrar 39% a 33% e um segundo turno de 47% a 43%. O movimento da semana no Brasil.Energia21 agoAntes do Datafolha, o mercado fez a própria pesquisaO Ibovespa subiu 2% e voltou aos 171 mil pontos, o dólar caiu a 5,16 reais e o Tesouro IPCA+ voltou a pagar menos de 8% pela primeira vez desde junho, horas antes da primeira pesquisa Datafolha registrada da campanha, marcada para as 18h40. O preço dos ativos é a primeira urna de toda eleição.Política monetária20 agoA China segura o juro, o Fed hesita, e o barril decideO banco central chinês manteve nesta quinta a taxa básica de empréstimos pelo décimo quinto mês, com o crescimento no menor ritmo desde o fim de 2022. Na véspera, a ata do Federal Reserve mostrou três votantes querendo subir juros. Dois bancos centrais, medos opostos, o mesmo barril de Ormuz.Comércio global20 agoO Fed que não corta e o barril que sobe chegam à urnaA ata do Federal Reserve enterrou a aposta de corte de juros nos Estados Unidos, e o Golfo mantém o barril acima de 90 dólares. No Brasil, a Selic presa em 14%, a inflação esperada subindo pela sexta semana e o Conselho Monetário Nacional reunido nesta quinta. O aperto de fora chega como preço na prateleira, em plena campanha.Energia18 agoA dívida americana paga juro de 2007, e a China ainda é credoraO juro do título de 30 anos do Tesouro americano passou de 5,32%, o maior em 19 anos, no dia seguinte ao dado que mostra a China parada em 756 bilhões de dólares, terceira na fila de credores. A guerra tarifária convive com uma interdependência que nenhuma tarifa desfaz.Comércio global